segunda-feira, 8 de junho de 2009

Sonhos

Sonhos...
Onde se enroscam tranformando-se em desejos? Onde está o fim desse sutil beijo?
Se perdem na própria vontade.
Esvaiem-se na água do meu banho.
Escorrem ao chão.
Terminam no enxugar da minha mão.
Sonhos...
Doces e sorridentes como uma gota de chocolate.
Inalcansáveis e cortantes como quem bate. Apenas imagináveis.
Alguns nunca realizáveis.
Por isso carregam o nome com gosto e razão.
Despertam lindamente minha emoção.
Sonhos...
Mesmo morrendo a cada dia, e isso é viver. Jamais abriria mão de os ter.

7 comentários:

Sara S. disse...

Bem bonito este poema. Concordo com o facto dos sonhos serem essenciais à vid. Mesmo não sendo todos concretizáveis, são eles que nos ajudam a orientar e a estabelecer os objectivos desta vida. Bjs

Natália A. disse...

Uma pessoa vive sem tudo, menos sem sonhos. ;)

Poetíssima disse...

O mundo seria melhor de respirar se todos tivessem a sua sensibilidade...

Abraços!

www.soirild.blogspot.com

Tato Barba disse...

Que delícia de leitura, nega!

Eu sumi, né!? =/

Saudades de você, poxa!

Como andam as coisas, por aí?

Beijãozão de grande de enorme de imenso de gigante do tamanho do mundo inteiro! rs

Tato Barba disse...

Que delícia de leitura, nega!

Eu sumi, né!? =/

Saudades de você, poxa!

Como andam as coisas, por aí?

Beijãozão de grande de enorme de imenso de gigante do tamanho do mundo inteiro! rs

Romyna disse...

"Sonhos se perdem...
na própria vontade".

Nada mais correto.

Lalis, passei pra matar saudade de você e dos seus versos. Mas também pra dizer que, com minha saída do Orkut, resolvi reabrir o espaço para comentários no meu blog. Vamos nos "encontrando" nesses espaços tão nossos.

Beijo imenso"

(Un)Hapiness disse...

não me matem os sonhos, porque sem eles, storno-me pó de mim

*