terça-feira, 19 de agosto de 2008

Nào consigo lamber tua sinceridade.

"Faço "perguntas sem querer ouvir as respostas correspondentes.
Explicações são vagas, é fato, não tentes.
Não consigo lamber tua sinceridade.
Vejo fichas no veludo verde, mas é um jogo perdido.
O croupier já fechou as apostas, não tinha percebido?
A vida é feita de tentativas sim, mas eu faço as escolhas.
Seu açúcar não basta para minha receita.
Eu ainda sigo algumas regras e costumes.
O que vc não mistura, pra mim já nasce misturado.
Porque o meu amor ás vezes é inventado.
Ta a fim de se distrair?
Então pára de tentar medir o sentir.
Medidas são corretas, perfeitas demais.
Prefiro ultrapassar, quebrar essas tais.
Faço espaços pra vc se expandir.
Mas não tentes me iludir.
Não consigo lamber tua sinceridade.
Meus olhos já compraram uma versão tua.
Minha transparência rouba teu fôlego.
Sei ser forte e suave, mas não alimento ego(s).
O que pra vc vem juntar e cobiça o teu olhar.
Pra mim sacia e depois faz separar.
Não faço perguntas.
As respostas não convencem e são muitas.

4 comentários:

(Un)Hapiness disse...

diferenças fazem de nós humanos.

há diferenças demasiado grandes para que nos tornamos um só...

Gica disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tato Barba disse...

Não deves lamber outras sinceridades, talvez aceita-las, caso convir.
Necessária se faz a sua sinceridade, apenas. E não dependes de outras para exerce-la.

Lindos escritos, guria.

Mas, agora, responda-me: médico, eu? rs
Só pelo meu "tudo bem?" ou "como está você?" ???

=]

Cuide-se.
Beijão!

Henrique disse...

Falaciosa da escrita você é!

Ou me iludi com suas palavras ou quero que me ensine a pensar e agir assim!

Beijo grande, vc É a TALENTOSA!