quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Vem

Vem
Vem...
Assim...
Sem ter fim...
Se acabe em mim,
transforme esse fim num começo.
Só assim eu cresço.
Vem...
Nada detém
além do mais, pra que limite?
não imite os fracos
coragem!
Dê passagem ao sentimento...
Eu juro que invento
Tento
Te abraço com alento
Com a força de um grande vento.
Mas não demora...
tudo tem hora
chora (não)
planta o grão!
deixa germinar...
vem amar,
sem dosar,
lutar pelo verdadeiro
isso eu creio.
Vem...
Tô chamando
Acreditando...
Impulsionando...
Vem...
Já disse, nada detém
Nem o além!
Aqui só tem o bem.
Vem...
Assim
Suave mas constante.
Nesse instante
a porta esta aberta
na medida certa
Vem...
Acredita
mas não se repita
interdita o que há de ruim.
Não é o fim de você
é o começo de dois!
Igual feijão e arroz
inseparáveis
intermináveis
inigualáveis
incomparáveis
Abraça essa mistura
a vontade cura
mesmo sendo imatura
dura, crua...nua!
Se permita fechar os olhos e sentir
Assim...
Além do fim..
Só a mim
Vem...
(Eulália Marques)

Um comentário:

Rogério Felício disse...

Eu vou....
Belo feriado!
Bjoks!!!